domingo, 14 de agosto de 2011

Pe. Januário Baleeiro




No dia 15 de setembro de 1922, Deus concedeu-nos uma imensa graça: permitiu o nascimento de nosso Fundador, Pe. Baleeiro. E se olharmos com fé, perceberemos que esta data (Dia de Nossa Senhora das Dores, precedido pelo dia da Exaltação da Santa Cruz) não foi escolhido ao acaso, por Deus. Muito pelo contrário, parece-me que esta data já era uma prefiguração do que seria a vida de Pe. Baleeiro: vida marcada pela união de suas dores às de Cristo crucificado e pela ajuda maternal da Virgem Santíssima, que, do mesmo modo que esteve de pé junto à Cruz de Jesus, também esteve, dia e noite, ao lado de nosso Fundador, dando-lhe conforto e auxílio em meio aos seus sofrimentos.


Hoje, dia especialíssimo para nós, celebramos o aniversário natalício de nosso Pai Fundador. Hoje, lembramos o nascimento de um homem, ou melhor, de um santo homem, que soube ver a dor dos pobres sacerdote desamparados, descartados, do mesmo modo como Maria pôde contemplar as dores de seu Filho crucificado.


Este dia deve nos trazer sempre novo ânimo para continuarmos o trabalho deixado por Pe. Baleeiro. Não podemos jamais permitir que se extinga em nós o zelo pelas coisas de Deus que abrasava nosso Fundador. Afastar-se do ideal do Fundador é abandonar o primeiro Amor, e abandonar o Primeiro Amor é, simplesmente, perder a razão de se estar aqui.


Vamos, pois, rogar sempre a Deus, recorrendo sempre à intercessão de Nossa Senhora, a fim de que ela nos alcance a graça da conservação do espírito da Fundação, conceda-nos seu auxílio nas provações e a Perseverança Final para nossa Família Religiosa.


Pe. Baleeiro e Nossa Senhora das Dores, rogai por nós! Amém! 


Antonio Felipe de Oliveira Zago (postulante)